Excelente 2009…

31/12/2008 por RockPotiguar

… é o que deseja o Portal RockPotiguar à todos os internautas que nos acompanharam durante todo esse ano.

A partir do dia 2 de janeiro voltamos com:

- Entrevista com Bruno Bruce, do Heavyllon;

- Novidades sobre o Aniversário de 5 anos do portal;

- Mais news sobre o show em Natal da banda suiça Underschool Element;

- Seção Brasil com Lucy And The Popsonics;

- Mais, bem mais…

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Entrevista: Rodrigo BS

30/12/2008 por RockPotiguar

Entrevista – Rodrigo BS

Por Rodrigo Cruz
30/12/2008

Sabe aquele cara que de longe você acha besta e insuportável e quando o conhece descobre uma pessoa engraçada e boa praça? Rodrigo BS é um deles. Magrinho, branquinho e baixinho (tudo no ‘inho’ mesmo…), canta como um “negão” de quase 3 metros e ficou conhecido com sua primeira banda de sucesso (regional, digamos assim), Jane Fonda.

Hoje, com a Jane dormindo sem saber quando vai acordar, BS está montando o seu novo projeto intitulado provisoriamente de Hex. Junto com ele, grandes músicos potiguares: Júlio (baixo), Solano (guitarra) e Jucian (batera), que em comum têm o sentimento de terem feito parte de bandas de sucesso mas que por um motivo ou por outro, morreram na praia (ou agonizam).

Fique atento nesse bate papo, realizado hoje, uma parte por telefone e a outra por e-mail. Rodrigo BS fala sobre o fim da Jane Fonda, sobre o Hex, sobre bandas que acabam, começam…

RockPotiguar: O que se pode esperar de uma banda que vai reunir Rodrigo BS, Júlio, Solano Braw e Jucian?

Rodrigo BS:Muito barulho… A principio esse era um sonho meu e de Julio de tocarmos juntos em uma banda. Tivemos várias oportunidades, sendo que agora é o momento!

Quatro músicos, quatro mundo diferentes. A banda já tem um estilo definido no Hex?

Estilo definido, não… Isso as bandas sempre deixam para os comentários após os shows! Mas talvez algumas pessoas lembre de Foo Fighters, Queens Of The Stone Age…

Como vai se dar o primeiro show da banda? Já tem uma data fechada?

O primeiro show com certeza vai ser em 2009, mas só depois de gravado o primeiro EP, que deve sair lá pra março.

Quem faz as letras no Hex?

Por enquanto são todas minhas.

Você não fazia músicas na Jane Fonda. Não se sentia à vontade para compor nela?

O “Hex” é uma banda em que todos participam… Se alguma música nossa der certo, pode ter certeza que o mérito não será meu e sim da banda!

E de que falam as letras?

Pode ter certeza que ainda não apareceu nenhuma que fale de amor. Então, não podem nos chamar de Emo.

Grandes bandas potiguares têm acabado. Você acha que esse “fenômeno” se deve a quê?

Não sei falar pelas outras… Mas na Jane fizemos de tudo, menos ir para o Sudeste, onde pecamos. Às vezes um banda quando faz sucesso vira uma empresa, e você acaba virando um empregado, o que faz a sua vida ficar um pouco mais limitada!

Qual a pretensão desse seu novo projeto?

Tocar no Faustão (risos)!!

O que músicos experientes como vocês usam como injeção de ânimo para continuarem buscando o rock?

Na verdade estamos usando as últimas baterias… Espero que alguém tenha um carregador !

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Notícia Potiguar: Abertas inscrições para o Prêmio Núbia Lafayette (Incentivo para produção musical potiguar), da FJA.

30/12/2008 por RockPotiguar

Por RockPotiguar

Também no Diário Oficial de hoje foi divulgado o edital do Prêmio Núbia Lafayette (Incentivo para produção musical potiguar). A premiação acontece em três categorias: Grupo A, B e C, que receberão entre R$ 5.500,00 e R$ 3.500,00 (valores brutos), revertidos em gravação de CD.

Se você ou sua banda estão querendo gravar um CD e falta verba, leia com atenção o edital transcrito abaixo direto do Diário Oficial de hoje, 30 de dezembro de 2008 (deixe a preguiça de lado e LEIA COM ATENÇÃO, pois é muito importante).

—–

EDITAL N.º …../2008

PROCESSO N.º 376910/2008-5

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Fundação José Augusto, no uso de suas atribuições legais, torna público que, no período de 30 de dezembro de 2008 a 13 de fevereiro de 2009, estarão abertas inscrições para o CONCURSO “Prêmio Núbia Lafayette (Incentivo para produção musical potiguar)”, nos termos da Lei Federal n.º 8.666/93 e de acordo com os dispositivos deste Edital.

1. DO OBJETO

O presente CONCURSO tem como objeto a seleção de 40 (quarenta) projetos fonográficos de artistas potiguares, que concorram com obras de sua própria autoria ou de outros autores potiguares.

2. DOS OBJETIVOS

2.1. Estimular a produção de obras musicais potiguares, de modo a ampliar o acervo cultural do Estado;

2.2. Incentivar, valorizar e divulgar obras musicais de artistas potiguares e, portanto, a música potiguar;

2.3. Fortalecer as expressões e a identidade artístico-musical do Estado;

2.4. Contribuir para o reconhecimento da importância da cultura musical no Rio Grande do Norte.

3. DA PREMIAÇÃO

3.1 Serão premiados 40 (quarenta) projetos musicais nas seguintes categorias:

a) Projetos do Grupo “A”: Serão 10 (dez) projetos classificados, para receber cada um, o valor bruto de R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais) em bônus para serem revertidos em horas de estúdio para gravação do seu projeto musical;

b) Projetos do Grupo “B”: Serão 20 (vinte) projetos classificados, para receber cada um o valor bruto de R$ 4.800,00 (quatro mil e oitocentos reais) em bônus para serem revertidos em horas de estúdio para gravação do seu projeto musical;

c) Projetos do Grupo “C”: Serão 10 (dez) projetos classificados, para receber cada um o valor bruto de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) em bônus para serem revertidos em horas de estúdio para gravação do seu projeto musical.

4. DA CONTRAPARTIDA

4.1. Os projetos inscritos deverão apresentar proposta de contrapartida constituída na realização de 02 (duas) apresentações do artista ou grupo beneficiado, no Teatro de Cultura popular Chico Daniel ou em outro espaço cultural agendado pela Fundação José Augusto, devendo uma apresentação ser destinada aos alunos da Rede Pública Estadual, com datas a serem determinadas.

4.2. A produção do evento de que trata o item anterior será de responsabilidade da Fundação José Augusto.

5. DA HABILITAÇÃO

5.1. Poderão habilitar-se para os fins deste concurso, proponentes (pessoa física ou jurídica) comprovadamente domiciliado no Estado do Rio Grande do Norte há mais de 03 (três) anos.

5.2. Cada proponente poderá inscrever apenas 01 (um) projeto, exceto as cooperativas e as associações que representem juridicamente mais de um núcleo artístico.

5.3. Cada núcleo artístico poderá inscrever até 02 (dois) projetos neste edital.

5.4. O núcleo artístico, representado pela cooperativa ou associação, deverá já estar constituído até a data de abertura deste edital.

5.5. A participação de pessoas menores de 18 (dezoito) anos no presente concurso somente será permitida através de representante legal capaz e devidamente constituído, através de documento público.

6. DAS INSCRIÇÕES E DA DOCUMENTAÇÃO

6.1.O proponente deverá efetuar sua inscrição apresentando envelope lacrado contendo a documentação descrita no item 6.3, acompanhada de duas vias da ficha de inscrição, a qual será identificada com a expressão “Prêmio de Incentivo para Produção Musical Potiguar”, uma que ficará arquivada na Fundação José Augusto, e a outra que será protocolada e devolvida ao proponente.

6.2. Os projetos poderão ser entregues diretamente na sede da Fundação José Augusto, nos dias úteis, das 08:00 às 13:00 horas, ou encaminhados por via postal (Carta Registrada ou SEDEX), em envelope lacrado devidamente identificado, de acordo com o modelo de identificação indicado no item 6.3, no período de 30 de dezembro de 2008 a 13 de fevereiro de 2009, para o endereço da Fundação, na Rua Jundiaí, nº 641, Tirol, Natal – RN, CEP 59.020-120.

6.3. Cada projeto deverá ser apresentado em 03 (três) vias de igual teor e forma, contendo fotocópia da Cédula de Identidade e do CPF do proponente pessoa física, e, em se tratando de proponente pessoa jurídica, fotocópia dos atos constitutivos e certidões negativas de tributos federais, estaduais e municipais, além de cópia da Cédula de Identidade e do CPF do representante legal da pessoa jurídica, e, em ambos os casos, comprovante de residência ou sede (conta de água, luz ou telefone) e formulário de inscrição (disponível no site www.fja.rn.gov.br), devendo toda a documentação ser entregue em envelope lacrado cujo verso deverá conter a seguinte etiqueta:

a) EDITAL – “Prêmio Núbia Lafayete (Incentivo para produção musical potiguar)”;

b) Nome do projeto;

c) Nome do Proponente.

6.4. O formulário de inscrição deverá conter:

a) Currículo do proponente, com detalhamento das atividades culturais realizadas nos últimos dois anos relatando datas, local de realização, matérias em jornais, revistas, cartazes, encartes, entre outros, no máximo de duas laudas;

b) Proposta explicando o objetivo, o público alvo e as especificações técnicas.

6.5. Somente serão aceitas as inscrições enviadas pelos correios, cujas postagens tenham sido efetuadas dentro do prazo estabelecido neste Edital.

6.6. Não serão admitidas modificações ou substituições de documentação do projeto depois de realizada sua inscrição.

6.7. Cada projeto somente poderá ser inscrito em uma categoria. Se comprovada mais de uma inscrição de um mesmo projeto, todas serão consideradas automaticamente nulas e o projeto, em conseqüência, desclassificado.

6.8. Serão indeferidas as inscrições de projetos que não forem apresentadas no lugar, tempo, forma e demais condições especificadas no presente Edital.

7. DAS COMISSÕES DE ANÁLISE DE DOCUMENTOS E DE SELEÇÃO

7.1. O Diretor Geral da Fundação José Augusto nomeará a Comissão de Análise de Documentação, formada por 03 (três) membros, com a atribuição de examinar a documentação apresentada e decidir pela habilitação ou não, das propostas, em relação ao atendimento dos requisitos prévios.

7.2. O Diretor Geral da Fundação José Augusto também nomeará a Comissão de Seleção dos projetos, formada por 05 (cinco) notórios especialistas, a qual examinará os projetos declarados aptos ao concurso pela Comissão de Análise de Documentação.

7.3. O Diretor Geral da Fundação José Augusto designará entre os membros escolhidos o Presidente e o Vice-Presidente das duas comissões acima.

7.4. O Diretor Geral da Fundação José Augusto designará um servidor da instituição para secretariar a Comissão de Seleção.

7.5. Não poderá integrar a Comissão de Seleção quem, a qualquer título, tenha vínculo direto ou indireto com as propostas a serem analisadas.

8. DO PROCEDIMENTO E DA SELEÇÃO DOS PROJETOS

8.1. O envelope contendo o projeto será aberto pela Comissão de Análise de Documentação.

8.2. O material constante do Projeto será analisado pelos membros da Comissão de Seleção, que, no prazo máximo de 30 (trinta) dias corridos, selecionará os melhores projetos considerando o disposto neste Edital, bem como os seguintes critérios:

a) Conteúdo do projeto;

b) Originalidade;

c) Alcance (artístico, educacional e social);

d) Viabilidade.

8.3. A Comissão de Seleção indicará, além dos projetos selecionados, 05 (cinco) projetos em ordem de prioridade, considerados “suplentes”, em número igual ao selecionado para cada módulo.

8.4. Os projetos considerados “suplentes” poderão ser convocados em casos de perda do direito por algum dos projetos selecionados, ou na hipótese do proponente vencedor não comparecer para assinar o contrato ou se recusar a fazê-lo.

8.5. O resultado da seleção efetivada pela Comissão de Seleção será consignado em Ata e deverá ser homologado pelo Diretor Geral da Fundação José Augusto e publicado no Diário Oficial do Estado, indicando os nomes dos proponentes e os títulos dos projetos classificados.

8.6. Os projetos que não forem selecionados ficarão à disposição dos proponentes, para sua retirada, por um prazo de 30 (trinta) dias, a partir da publicação no Diário Oficial do Estado, após o qual, serão inutilizados.

9. DOS RECURSOS

9.1 Dos atos praticados pela Administração nas diversas fases deste CONCURSO caberá Recurso, nos termos do art. 109 da Lei Federal n.º 8.666/93, dirigido ao Diretor Geral da Fundação José Augusto, que deverão ser protocolados no Protocolo da Fundação José Augusto, sediada na Rua Jundiaí, xxx, Tirol, nesta capital, no horário das 07:00 às 13:00 horas, de segunda a sexta-feira, no prazo de 05 (cinco) dias úteis a contar da intimação daquele ato, conforme art. 109, I, § 1º da Lei Federal n.º 8.666/93.

10. DA CONTRATAÇÃO

10.1 O proponente que tiver seu projeto selecionado será notificado pela Fundação José Augusto, para contratação da realização do projeto, nos termos determinados por este Edital e deverá apresentar como condição para efetivar o contrato, a seguinte documentação:

10.2 Para proponentes PESSOAS FÍSICAS:

a) Declaração do proponente para contratação do projeto selecionado, com firma reconhecida;

b) Fotocópia da Cédula de Identidade;

c) Comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone);

d) Fotocópia do CPF;

e) Número do PIS, PASEP ou NIT;

f) Número da conta-corrente, banco e agência.

10.3 Para proponentes PESSOAS JURÍDICAS:

a) Cópia do cartão do CNPJ;

b) Cópia autenticada do Contrato Social, com eventuais alterações;

c) Cópia da ata de eleição e posse da diretoria, quando for o caso;

d) Cópia autenticada do CPF e Cédula de Identidade do representante legal da Pessoa Jurídica;

e) Cópia do comprovante de endereço da Pessoa Jurídica, comprovando ser sediada no Estado do Rio Grande do Norte há mais de três (03) anos;

f) Certidão de regularidade perante o INSS;

g) Certidão de regularidade perante o FGTS;

h) Certidão Negativa de Débitos de Tributos Federais, Estaduais e Municipais do município ou sede do proponente;

i) Número da conta-corrente, banco e agência.

10.4 A documentação referida nos sub-itens anteriores deverá ser entregue no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, contados da data de publicação do resultado da seleção no Diário Oficial do Estado, sob pena de perda do direito à contratação, inclusive se a documentação for entregue incompleta, contendo irregularidades, prazos de postagem ou de validade de documentação vencidos, caso em que serão convocados os projetos suplentes, pela ordem de classificação.

10.5 Verificada a regularidade da documentação apresentada, será celebrado o contrato de apoio a projetos de “Prêmio Núbia Lafayette”.

10.6 Os projetos considerados “suplentes” serão contratados em casos de perda do direito de contratação por algum dos projetos selecionados, ou na hipótese do proponente vencedor não comparecer para assinar o contrato ou se recusar a fazê-lo.

11. DA LIBERAÇÃO DO PRÊMIO

11.1 Os recursos correspondentes ao prêmio serão liberados pela Fundação José Augusto durante o exercício de 2008, em duas cotas de 50% (cinqüenta por cento) do valor do projeto selecionado, após a assinatura do contrato com o proponente.

11.2 Para comprovar a utilização da primeira cota dos recursos previstos no contrato, o contratado deverá apresentar:

a) Relatório de Conclusão da fração do projeto correspondente à primeira cota de recursos liberada, acompanhado de documento timbrado emitido pelo estúdio confirmando a dita conclusão;

b) Analisado o relatório e acatado pela comissão, será automaticamente liberada a segunda cota (50%) do projeto;

c) Finalizado o projeto o proponente deverá apresentar à Fundação José Augusto um relatório suscinto de conclusão e uma cópia do produto final;

d) Caso o proponente não apresente o relatório exigido no item anterior, será considerado inadimplente e não poderá concorrer, em hipótese alguma, a qualquer atividade proposta pela Fundação José Augusto pelo período de 05 (cinco) anos.

12. DAS OBRIGAÇÕES

12.1 Além das outras obrigações requeridas neste Concurso, os proponentes vencedores ficarão obrigados a:

a) Executar o projeto, de acordo com as especificações técnicas apresentadas na inscrição e que juntamente com este edital serão partes integrantes do contrato;

b) Responsabilizar-se pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais, comerciais, taxas bancárias e quaisquer outros resultantes do contrato, em decorrência da execução do objeto, isentando-se a CONTRATANTE de qualquer responsabilidade;

c) Responsabilizar-se por eventual utilização, na execução do projeto, no todo ou em parte, de obras de terceiros, protegidas pela legislação pertinente aos direitos autorais e conexos;

d) Incluir em todo material de divulgação, em padrões a serem aprovados previamente pela Fundação José Augusto, a logomarca da Fundação José Augusto e o brasão do Governo do Estado, bem como a logomarca do Prêmio, acompanhados da expressão: “Este CD foi realizado com o apoio da Fundação José Augusto – Prêmio Núbia Lafayette”;

e) Apresentar um relatório de conclusão do projeto, sob pena de impedimento de participação em outros concursos ou eventos realizados pela Fundação José Augusto.

13. DO PRAZO PARA EXECUTAR O PROJETO

13.1 O prazo para a execução do projeto será de 03 (três) meses, após o recebimento da 1ª cota contratual.

13.2 Por solicitação justificada do proponente, até no máximo 20 (vinte) dias corridos antes do término do prazo de execução, a critério da Fundação José Augusto, poderá o prazo, de vigência do contrato, ser prorrogado por apenas mais um período de 30 (trinta) dias corridos.

14. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

14.1 A inscrição do proponente implica na prévia e integral concordância com normas deste Concurso.

14.2 A utilização de direitos autorais ou patrimoniais, pelo proponente, para realização do projeto, anteriores ou posteriores à contratação, é de responsabilidade única e exclusiva do mesmo;

14.3 O projeto deve ser realizado atendendo a todas as características definidas por ocasião da inscrição.

14.4 O proponente não poderá ser substituído antes ou depois da formalização do contrato com a Fundação José Augusto.

14.5 O descumprimento parcial ou total do contrato obrigará a contratada à devolução das cotas já disponibilizadas pela Fundação José Augusto.

14.6 É vedada a participação neste concurso de funcionários da Fundação José Augusto.

14.7 Em caso de comprovação de inveracidade das informações prestadas, a Fundação José Augusto poderá em qualquer momento impugnar e excluir o projeto selecionado, assim como anular o contrato, cabendo ao proponente a devolução das cotas recebidas.

14.8 É vedada a participação no presente concurso de projetos aprovados em outros programas governamentais de incentivo à cultura.

14.9 Compõem o presente edital:

a) Anexo I – Modelo de requerimento e de ficha de inscrição;

b) Anexo II – Modelo das declarações;

c) Anexo III – Minuta de Contrato.

14.10 Fica eleito o foro da Cidade de Natal como competente para dirimir quaisquer omissões ou dúvidas relativas a este Edital, bem como sobre a contratação e execução dele decorrentes.

14.11 Os casos omissos serão dirimidos pelo Diretor Geral da Fundação José Augusto.

Natal(RN), 30 de dezembro de 2008.

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Notícia Potiguar: Lei Câmara Cascudo aprova CD d’Os Grogs e reprova Mada

30/12/2008 por RockPotiguar

Por RockPotiguar

Saiu no Diário Oficial de hoje o resultado dos projetos aprovados e reprovados na Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo. Dentre os projetos roqueiros, o CD da banda Os Grogs foi aprovado e o MADA (Música, Alimento da Alma) recebeu resposta negativa.

Os Grogs conseguiram aprovar R$ 40.102,20 para a gravação e lançamento do seu primeiro CD. O próximo passo é captar o dinheiro junto a empresas que pagam ISS.

Já o MADA, tradicional festival de música no Brasil, não conseguiu aprovar os R$ 352.736,00 necessários para a realização do evento, porém, o festival tem 15 dias para recorrer do resultado, a contar de hoje.

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Notícia Nordestina: Banda cearense Bloco B em fase de pré-produção de seu show e EP.

29/12/2008 por RockPotiguar

Por Rodrigo Cruz

Uma das mais novas bandas cearenses, fundada já no fim de 2008, promete alçar grandes vôos em 2009, lançando seu primeiro EP e fazendo uma grande turnê pelo país. Trata-se do Bloco B, projeto do antigo compositor e baterista da banda carioca Audio 3, Léo Paiva. Agora ele ataca de vocalista e guitarrista, além de letrista.

“Temos influências diversas, tais como Los Hermanos, Móveis Coloniais de Acaju, Cordel do Fogo Encantado, e até rock inglês como Coldplay”, fala Léo, que continua: “O nome do nosso EP será ‘Caminho Novo’, e ainda em 2009 vamos fazer uma turnê, tocando em Fortaleza, Recife, Natal, Salvador, e no segundo semestre vamos fazer BH, Rio, Sampa, e várias outras cidades”.

Uma das fortes características do grupo é o uso do metal em suas canções, utilizando elementos regionais e carnavalescos no seu show, que é quase 100% autoral. “Só temos 3 versões de outros artistas, o resto são composições nossas.”

Segue um vídeo de um ensaio da pré-produção do show da banda. Trata-se de um vídeo sem pretensão nenhuma, ao contrário dos planos da banda.

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Coluna: Treme Terra – Franklin Roosevelt

27/12/2008 por RockPotiguar

E que a terra volte a tremer!!!

Pois é! Um feliz natal e ano novo pra todos aqueles que merecem! Merecem mesmo, pois quem não merece provavelmente vai ter o que merece, ehehehehe! Ou sentirá a falta do mesmo!!

Nesse ano, posso dizer que foi um ano cheio de novidades pra mim. Morei ele inteiro em São Paulo, ganhei dinheiro, depois perdi dinheiro, ganhei saúde, depois fui atrás dela pra que ela (a saúde) pudesse estar junto à minha família! Minha filha passou de ano, o primeiro, mas passou super bem, como uma das melhores alunas, mais lindas , comportadas e talentosas da escola. Bem, sou eu que estou dizendo isso, mas com certeza a professora diria o mesmo!!

Nesse ano eu saí da Belina Mamão. Foi massa enquanto durou. Entrei novamente no Surto, vamos ver até onde dura, ehehehehehehehehe! E se alguém pensa que eu gosto de tá trocando de banda, tá enganado. O meu maior sonho é ter uma banda ou um trabalho em que estivesse envolvido com pessoas séria, honestas, alegres e otimistas, iguais a mim. Mas vejo que isso anda cada vez mais difícil. E quando não se está envolvido nesse meio próspero, nada anda como deveria. Chega perto mais não goza!!

Nesse ano tive a oportunidade de aparecer em programas de televisão em rede nacional, como Astros, 5° festival de Piadas do TOM, Show do TOM (Ridículos), entre muitos outros shows, onde me diverti e pude mostrar um pouco de minha arte.

O que me aguarda em 2009?

Será que dessa vez vou poder ficar mais tranquilo quanto a sobrevivência da minha família? Será que dessa vez eu ganho na loteria? Chega de perguntas, e vamos às afirmações:

- Esse ano vou melhorar meu relacionamento com as pessoas.
- Esse ano vou ganhar muito dinheiro
- Esse ano vou mostrar a minha arte pra o maior número de pessoas possível.
- Esse ano eu e minha família vamos ter saúde.
- Esse ano vou ser feliz.

E é o que desejo pra todos aqueles que convivem comigo, pra toda minha família, meu pai, minha mãe e minhas irmãs. E pra todos aqueles que seguem o caminho do BEM, da PAZ, do AMOR e do ROCK!

São os votos de um ser humano em evolução.

Franklin Roosevelt de Medeiros*

*Franklin Roosevelt é Produtor musical e baixista da banda O Surto

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Notícia Potiguar: Amanhã tem Xubba Fest, melhor pedida do sabadão.

26/12/2008 por RockPotiguar

O Combo Xubba promove amanhã mais uma festança. Trata-se da Xubba Fest, que contará com quatro das grandes atrações potiguares no ano de 2008:Distro, Calistoga, Vitrola e Fewell. A entrada? 5 conto!!! Dá pra tu?

Distro, uma das atrações

Distro, uma das atrações

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Entrevista: MV Bill

22/12/2008 por RockPotiguar

Entrevista – MV Bill

Por Rodrigo Cruz – para O Jornal de Hoje (22/12/2008)
Fotos: Tárcio Fontenele

MV Bill é hoje o rapper mais influente do país, e também atua como compositor, escritor, arranjador, documentarista e roteirista. Nasceu e cresceu na comunidade carioca Cidade de Deus, onde reside até hoje. Ficou conhecido também na grande mídia quando, em 2006, lançou o documentário “Falcão: Meninos do Tráfico”, exibido pelo Fantástico, da TV Globo, no qual virou um livro homônimo. Hoje, milita Brasil afora a favor da ONG do qual é um dos fundadores, a CUFA (Central Única das Favelas), divulgando seu novo livro, “Falcão: Mulheres e o Tráfico”, continuando também a carreira de rapper.

Ontem ele fez o show principal no Auto do Natal, na UFRN, e hoje lançará seu livro na Praça Vermelha, a partir das 17 h. Nas próximas linhas MV Bill fala sobre a CUFA, cotas para negros, problemas das periferias e outros assuntos pertinentes.

Qual a importância da CUFA (Central Única das Favelas) para a sociedade?

A CUFA tem uma importância muito grande por que ela não se limita apenas à área de Hip Hop, e tem um leque muito grande para diálogo. E o mais legal de tudo é que eu vim a Natal para o lançamento oficial, mas terça-feira eu vou embora e ficam somente as vozes do local. E essa é a proposta da CUFA, ter representação local, que são as pessoas que sabem na pele quais são as necessidades, as coisas mais urgentes. Utilizamos a sociedade para ser essa ponte de possibilidade e de visibilidade.

Hoje em dia quais os principais problemas enfrentados nas favelas brasileiras?

Eu me arrisco a falar uma coisa que pra mim é uniforme apesar de terem coisas específicas nas comunidades e periferias aqui de Natal. Mas eu me arrisco a falar de uma uniformidade que é uma questão de descaso, de distanciamento, de desequilíbrio social e, mesmo sendo pessoas contribuintes, com impostos, as políticas públicas não chegam nesses lugares. Então são os movimentos sociais que mais têm dialogado com as periferias e favelas, o que não é o certo, afinal, o movimento deveria ser apenas um complemento, mas acaba sendo essencial pelo descaso do poder em todas as suas esferas.

Por falar em políticas públicas, como você pensa a respeito das cotas para negros nas universidades e para atores em novelas e filmes?

Hoje se existe a necessidade de cotas, ela acaba denunciando um racismo ou uma preferência pelas pessoas de pele mais clara, o que acaba sendo uma tragédia para o crescimento e engrandecimento de nós como uma nação. As cotas acabam levantando uma discussão que a gente ainda encara como tabu, que é a discussão racial. O Brasil vive o mito da democracia racial, e por isso parece que é proibido e complicado falar dessa questão, o que na realidade é muito saudável. Então as cotas vêm para reparar uma agressão racial étnica histórica, porém ela também demonstra que as pessoas não mudariam as atitudes por consciência, educação e convicção, mas cada um olha seus privilégios, “eu sou beneficiado por esse sistema, danem-se as outras pessoas que são prejudicadas”.

A Cidade de Deus, lugar onde você cresceu, foi criada a partir da dissolução de várias favelas para a criação de uma única grande comunidade. Essa idéia deu certo?

Esse processo que aconteceu na Cidade de Deus infelizmente é o que está acontecendo em várias cidades, que é uma atitude errônea de pegar a “parte podre” de uma cidade e colocar em uma região mais distante da região central, pensando que isso vai resolver o problema, mas irá apenas remanejar o problema de um lugar pra o outro. No caso da Cidade de Deus, como essa remoção foi nos anos 60, acharam que Jacarepaguá (bairro onde fica situada a comunidade) era um lugar distante, mas na verdade é um lugar nobre, pois estamos perto da praia, Barra da Tijuca, cercado de bairros nobres, porém, esquecido.

Qual a importância da música e do esporte para os jovens?

Eu costumo tomar cuidado para não pregar o esporte e a música como únicos meios de superação, pois já temos um estigma entre nós, pretos periféricos, que só conseguimos ascensão através da música e do esporte. Eu sou fruto da música, mas acredito na necessidade de criar o conceito nas periferias de que os jovens se tornem jornalistas, fotógrafos, empresários, médicos, advogados, políticos honestos…

O seu novo livro, “Falcão: Mulheres e o Tráfico” é mais impactante do que o primeiro (Falcão: Meninos do Tráfico)?

É mais impactante por que ele fala de mulher, e quando você vai averiguar a parte feminina do crime, você vê que em muitos momentos é bem pior do que a parte masculina, mas elas são menos exploradas pela mídia e pelos filmes. E o livro traz essa nova discussão. Inclusive eu vou apresentar ao Lula uma carta com 18 itens com a demanda de todas as presas.

Prêmios são importantes? Você já recebeu o Prêmio UNESCO, Prêmio Cidadão do Mundo, da ONU…

Prêmio importante é esse aqui (interrompe, mostrando o troféu do Prêmio Hangar, importante evento local que o premiou como melhor rapper do Brasil), o que me deixa muito envaidecido, pois isso é bem mais reconhecimento do que status, e isso é excelente. O Prêmio Hangar é reconhecimento, pois é feito de forma independente e eu sei das dificuldades disso tudo.

O que você acha do Hip Hop potiguar? Conhece muita coisa daqui?

É muito importante o reconhecimento da produção local. Quando eu cheguei aqui ontem fiquei sabendo que nenhum grupo local iria abrir meu show, e pedi para que inserissem um. Esse espaço para apresentação faz com que o Rap cresça cada vez mais. Eu tenho um programa de rádio no Rio de Janeiro e sempre toco músicas do grupo potiguar Agregados Família do Rap, que é muito bacana.

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Notícia Potiguar: IV Prêmio Rock Potiguar – se você gravou algo, nos lembre…

22/12/2008 por RockPotiguar

Atenção bandas POTIGUARES: O IV Prêmio Rock Potiguar acontecerá ainda no primeiro semestre de 2009. Se sua banda lançou algum CD, EP ou vídeo-clipe no ano de 2008, lembre-nos. Envie um e-mail para rockpotiguar@rocketmail.com com o nome do trabalho lançado.

Mais informações sobre o próximo Prêmio Rock Potiguar em breve!

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Notícia Potiguar: AK-47 escalado para o Palco do Rock – BA

19/12/2008 por RockPotiguar

Uma das grandes revelações do rock potiguar em 2008, AK-47, está de malas prontas para Salvador. É que o grupo foi selecionado para participar do Festival Palco do Rock, que acontecerá no carnaval de Salvador. Outra banda potiguar que participou do evento foi o Zero8Quatro, em 2006.

O AK-47 irá tocar fora do RN pela primeira vez e promete nõ decepcionar. O RockPotiguar ficará ligado e sempre trazendo novidades a respeito dessa viagem.

A seguir, clipe da música Entrada, do AK.

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